A Ciclo Contínuo Editorial convida para o lançamento do livro “Diálogos contemporâneos sobre homens negros e masculinidades”, organizado por Henrique Restier & Rolf Malungo de Souza.

Na ocasião será montada uma mesa composta pelos organizadores, Henrique Restier e Rolf Malungo de Souza. Também contaremos com a presença dos autores: Caio César (RJ), Tulio Augusto Custódio (SP), Tago Elewa Dahoma (SP) e Douglas Araújo (SP).

O lançamento ocorrerá no dia 09 de maio, quinta-feira, às 19 horas. O evento é aberto a todos e ocorrerá no Centro Cultural Olido (1º pavimento), localizado na Av. São João – Centro, São Paulo – SP. Todas e todos são muito bem vindos!

Os exemplares do livro estarão a venda pelo valor de R$45,00 e aceitamos cartões de todas as bandeiras.

Entrada franca.

Sobre o Livro:
Prefácio: Deivison Mendes Faustino
Contracapa: Renato Noguera
Orelha do livro: Márcio André
Páginas: 232
Autores: Henrique Restier | Airan Albino | Caio Cesar | Tulio Augusto Custódio | Osmundo Pinho | Bruno Silva de Santana | Lucas Veiga | Tago Elewa Dahoma e Douglas Araújo.

(…) A proposta deste livro que em breve estará em suas mãos se insere na dinâmica entre relações raciais e gênero. O levantamento bibliográfico indica um amplo campo investigativo ainda a ser explorado sobre as masculinidades negras, suas construções e particularidades, sobretudo, no Brasil. Usualmente, as abordagens que relacionam as categorias de raça e gênero recaem sobre o feminino negro. Nada mais legítimo, uma vez que as interrogações sobre gênero, papéis sexuais e as desigualdades que daí advêm, tiveram seu marco teórico no Ocidente com o feminismo, que fomentou a desnaturalização dos gêneros e, portanto, sua historicidade e questionamento. Consequentemente, o objeto principal de suas maiores preocupações incide sobre a mulher branca, enquanto o feminismo negro e o mulherismo africana, na mulher negra, logo, os homens negros e brancos tendem a aparecer em segundo plano nesses arcabouços teóricos. Não obstante, os homens brancos de classe média geralmente são vistos como não possuíssem gênero, como se fossem a referência universal de ser humano, o que não acontece com os homens negros, gays, pobres etc. Esta é uma das razões sobre a necessidade de pesquisas que contemplem masculinidades, destacando marcadores sociais de diferença e seus aspectos relacionais.

Para maiores informações acesse a página do evento aqui!